Porfírio em Vida de Plotino cita o livro intitulado ALOGENES
https://mitoemitologia.blogspot.com/2026/04/plotino-contra-os-gnosticos.html
Os Alógenes
Traduzido por John D. Turner
Esta tradução original é apresentada na Biblioteca da Sociedade Gnóstica com a permissão do Dr. John D. Turner, que detém todos os direitos autorais. Os títulos em negrito foram adicionados ao texto pelo Dr. Turner. As linhas perdidas do manuscrito sobrevivente são indicadas por [...]. A versão totalmente anotada desta tradução pelo Dr. Turner (NHC XI,3: 45,1-69,20), incluindo a numeração completa das linhas referenciada por sua tradução, está disponível aqui .
Youel: A geração do Éon Barbelo
[...] [...] [...] [...] [...] pois eles são [Indivíduos perfeitos. E eles são] todos [unificados, em harmonia].
A [Mente], o guardião [que eu providenciei] [para você], te ensinou. E é o poder que [existe] em você que [se estendeu], pois [ele (você?)] frequentemente [se alegrou] no Triplo Poder que [pertence a] todos [aqueles] que [verdadeiramente] existem com o [imensurável].
Ó eterna [luz] do conhecimento que [apareceu]!
Ó glória virginal masculina!
[Ó primeiro] éon de um único éon tríplice!
[Ó] Triplo Poderoso que [verdadeiramente existe]!
Pois depois de [contrair-se], [expandiu-se],
e [espalhou-se] e tornou-se completo,
[e] foi fortalecido [com] todos eles,
por conhecer [a si mesmo] [além do Espírito Invisível perfeito],
e [tornou-se] um éon.
Ao conhecer a si mesma, ela conheceu aquela pessoa, e tornou-se Caliptos porque age naqueles que conhece.
Ela é Protófanes, uma inteligência perfeita e invisível, Harmedon.
Empoderando os indivíduos, ela é Triplo Masculino, já que ela é individualmente
[...] [...] [...] [...] [...] [eles são] [unificados, já que ela] é [sua] [Existência],
e ela [vê] todos eles [verdadeiramente] existindo.
Ela contém os Autogenes divinos:
Quando ela [conheceu] sua Existência e
quando ela repousou [sobre] este (Autogenes),
ele (<ela>?) os viu [todos] existindo individualmente, exatamente como [eles] são.
E quando [eles (ele? ela?)] se tornarem como ele é,
[eles (ela? eles?) verão o Triplo Masculino divino,
o poder que é [superior a] Deus.
[Ele é o pensamento] de todos aqueles que [estão] unificados.
Quando ele (o Triplo Masculino) [os contempla (unificados)],
ele contempla o grande masculino, [perfeito?], Intelecto [Protófanes].
Ele é a [procissão] deles; quando [ele] a vê,
[ele também vê] [os verdadeiramente existentes],
[pois é a] procissão [daqueles que] estão unificados.
E quando [ele tiver visto] essas coisas (que realmente existem), ele terá visto Caliptos.
E quando ele vê a unidade dos ocultos,
[ele] vê o Barbalo-Aeon, [a] prole não gerada [daquele].
Quando se deve ver como ele vive (vê-se o Triplamente Poderoso)
[...] [...] [...] [...] [...] certamente você já ouviu falar da abundância de cada um deles. [Agora], quanto ao Espírito Invisível Triplamente Poderoso, ouça!
O Triplamente Potente
Ele existe como um Ser invisível, inatingível para todos eles.
Ele os contém a todos dentro de si, pois todos existem por causa dele.
Ele é perfeito e maior que a perfeição.
E ele é abençoado, pois é sempre um.
E ele existe em todos eles,
sendo inefável, inominável,
sendo aquele que existe através de todos eles.
--aquele a quem, se alguém o compreendesse, não desejaria nada do que
existe diante dele entre aqueles que possuem existência--
pois [ele] é a [fonte] [de onde todos eles foram emitidos].
[Ele é anterior à Perfeição];
[ele era anterior] [a toda] Divindade, [e]
ele é anterior [a] toda Bem-aventurança,
pois ele provê todo poder.
E ele é uma substância insubstancial,
um Deus sobre o qual não há Divindade,
o superador de sua própria grandeza e beleza.
[...] [...] [...] [...] [...] [poder.
O Triplo Poderoso proporciona o Ser por meio da Existência.
Não lhes é impossível receber uma revelação dessas coisas se se unificarem (em Protófanes). Visto que é impossível que os Indivíduos (em Autogenes) compreendam a totalidade [situada no] reino que é superior à perfeição, eles ao menos participam (dela) por meio de uma preconcepção, não como Ser em si, [pois, ao contrário,] é com o ocultamento (cf. Caliptos) da Existência que ele provê o Ser, [provendo] para [ele] de todas as maneiras, visto que é isso que [deverá] vir a ser quando ele se inteligencia.
Pois ele é uma Unidade, subsistindo como
uma [verdadeira causa] e fonte do [Ser],
mesmo [uma] matéria imaterial e
um número inumerável
e uma forma sem forma
e uma forma sem forma e [
uma impotência com] [poder
e uma substância insubstancial]
[e um movimento imóvel
e uma atividade inativa],
exceto que ele é um provedor de provisão
e uma divindade da divindade.
O Triplo Potente proporciona Ser como Vitalidade
Mas se eles compartilham (esse tipo de Ser), eles compartilham da Vitalidade primordial, até mesmo de uma atividade indivisível, uma hipóstase da (atividade) primária daquele que verdadeiramente existe.
O Triplo Poderoso proporciona o Ser com Mentalidade/Bênção.
Agora, uma atividade secundária [...] [...] no entanto, é que [...] [...] Masculino [...] [...] [...] ele é dotado de [Bem-aventurança] e Bondade, porque
Quando ele é inteligido como o Delimitador ( D - o Delimitador ) da (indeterminada)
Ilimitação ( B - Ilimitação ) do Espírito Invisível ( EI - o Espírito Invisível ) [que subsiste] nele ( o Delimitador) , esta ( Ilimitação ) faz com que [ele ( o Delimitador )] retorne a [ela ( o Espírito Invisível )] para que
esta ( Ilimitação ) possa saber o que há dentro dela ( o Espírito Invisível ) e como ela ( o Espírito Invisível ) existe, e para que ele ( o Delimitador ) possa garantir a duração de tudo
sendo uma causa (determinante) das coisas que realmente existem.
Pois por meio dele ( o Delimitador ) o conhecimento disso ( o Espírito Invisível ) tornou-se disponível,
visto que ele ( o Delimitador ) é quem sabe o que ele ( o Espírito Invisível ) é.
Mas eles não produziram nada além de si mesmos,
nem poder, nem posição, nem glória, nem eternidade, pois todos são eternos.
Ele é Vitalidade, Mentalidade e Essencialidade. Portanto:
a Essencialidade inclui constantemente sua Vitalidade e Mentalidade, e a
Vitalidade inclui a não-Substancialidade e a Mentalidade;
a Mentalidade inclui a Vida e a Essencialidade.
E os três são um, embora individualmente sejam três.
Resposta de Allogenes:
Depois de ouvir essas coisas, ó meu filho [Messos,] fiquei com medo e [me voltei para a multidão...] [...] pensei [...] [...] [...] [...] [capacita aqueles que são capazes] a conhecer essas coisas [por meio de] uma revelação maior, mas eu fui capaz — mesmo estando em carne — de ouvir de <você> sobre essas coisas. E por causa da sabedoria que nelas há, o pensamento dentro de mim distinguiu coisas imensuráveis de coisas incognoscíveis. Portanto, temo que minha sabedoria tenha se tornado excessiva."
[...] [...] [...] [...] [...] pois eles são [Indivíduos perfeitos. E eles são] todos [unificados, em harmonia].
A [Mente], o guardião [que eu providenciei] [para você], te ensinou. E é o poder que [existe] em você que [se estendeu], pois [ele (você?)] frequentemente [se alegrou] no Triplo Poder que [pertence a] todos [aqueles] que [verdadeiramente] existem com o [imensurável].Ó eterna [luz] do conhecimento que [apareceu]!
Ó glória virginal masculina!
[Ó primeiro] éon de um único éon tríplice!
[Ó] Triplo Poderoso que [verdadeiramente existe]!Pois depois de [contrair-se], [expandiu-se],
e [espalhou-se] e tornou-se completo,
[e] foi fortalecido [com] todos eles,
por conhecer [a si mesmo] [além do Espírito Invisível perfeito],
e [tornou-se] um éon.Ao conhecer a si mesma, ela conheceu aquela pessoa, e tornou-se Caliptos porque age naqueles que conhece.
Ela é Protófanes, uma inteligência perfeita e invisível, Harmedon.
Empoderando os indivíduos, ela é Triplo Masculino, já que ela é individualmente
[...] [...] [...] [...] [...] [eles são] [unificados, já que ela] é [sua] [Existência],
e ela [vê] todos eles [verdadeiramente] existindo.Ela contém os Autogenes divinos:
Quando ela [conheceu] sua Existência e
quando ela repousou [sobre] este (Autogenes),
ele (<ela>?) os viu [todos] existindo individualmente, exatamente como [eles] são.E quando [eles (ele? ela?)] se tornarem como ele é,
[eles (ela? eles?) verão o Triplo Masculino divino,
o poder que é [superior a] Deus.
[Ele é o pensamento] de todos aqueles que [estão] unificados.Quando ele (o Triplo Masculino) [os contempla (unificados)],
ele contempla o grande masculino, [perfeito?], Intelecto [Protófanes].
Ele é a [procissão] deles; quando [ele] a vê,
[ele também vê] [os verdadeiramente existentes],
[pois é a] procissão [daqueles que] estão unificados.E quando [ele tiver visto] essas coisas (que realmente existem), ele terá visto Caliptos.
E quando ele vê a unidade dos ocultos,
[ele] vê o Barbalo-Aeon, [a] prole não gerada [daquele].Quando se deve ver como ele vive (vê-se o Triplamente Poderoso)
[...] [...] [...] [...] [...] certamente você já ouviu falar da abundância de cada um deles. [Agora], quanto ao Espírito Invisível Triplamente Poderoso, ouça!
O Triplamente Potente
Ele existe como um Ser invisível, inatingível para todos eles.
Ele os contém a todos dentro de si, pois todos existem por causa dele.
Ele é perfeito e maior que a perfeição.
E ele é abençoado, pois é sempre um.
E ele existe em todos eles,
sendo inefável, inominável,
sendo aquele que existe através de todos eles.--aquele a quem, se alguém o compreendesse, não desejaria nada do que
existe diante dele entre aqueles que possuem existência--pois [ele] é a [fonte] [de onde todos eles foram emitidos].
[Ele é anterior à Perfeição];
[ele era anterior] [a toda] Divindade, [e]
ele é anterior [a] toda Bem-aventurança,
pois ele provê todo poder.E ele é uma substância insubstancial,
um Deus sobre o qual não há Divindade,
o superador de sua própria grandeza e beleza.
[...] [...] [...] [...] [...] [poder.O Triplo Poderoso proporciona o Ser por meio da Existência.
Não lhes é impossível receber uma revelação dessas coisas se se unificarem (em Protófanes). Visto que é impossível que os Indivíduos (em Autogenes) compreendam a totalidade [situada no] reino que é superior à perfeição, eles ao menos participam (dela) por meio de uma preconcepção, não como Ser em si, [pois, ao contrário,] é com o ocultamento (cf. Caliptos) da Existência que ele provê o Ser, [provendo] para [ele] de todas as maneiras, visto que é isso que [deverá] vir a ser quando ele se inteligencia.
Pois ele é uma Unidade, subsistindo como
uma [verdadeira causa] e fonte do [Ser],
mesmo [uma] matéria imaterial e
um número inumerável
e uma forma sem forma
e uma forma sem forma e [
uma impotência com] [poder
e uma substância insubstancial]
[e um movimento imóvel
e uma atividade inativa],
exceto que ele é um provedor de provisão
e uma divindade da divindade.O Triplo Potente proporciona Ser como Vitalidade
Mas se eles compartilham (esse tipo de Ser), eles compartilham da Vitalidade primordial, até mesmo de uma atividade indivisível, uma hipóstase da (atividade) primária daquele que verdadeiramente existe.
O Triplo Poderoso proporciona o Ser com Mentalidade/Bênção.Agora, uma atividade secundária [...] [...] no entanto, é que [...] [...] Masculino [...] [...] [...] ele é dotado de [Bem-aventurança] e Bondade, porque
Quando ele é inteligido como o Delimitador ( D - o Delimitador ) da (indeterminada)
Ilimitação ( B - Ilimitação ) do Espírito Invisível ( EI - o Espírito Invisível ) [que subsiste] nele ( o Delimitador) , esta ( Ilimitação ) faz com que [ele ( o Delimitador )] retorne a [ela ( o Espírito Invisível )] para que
esta ( Ilimitação ) possa saber o que há dentro dela ( o Espírito Invisível ) e como ela ( o Espírito Invisível ) existe, e para que ele ( o Delimitador ) possa garantir a duração de tudo
sendo uma causa (determinante) das coisas que realmente existem.
Pois por meio dele ( o Delimitador ) o conhecimento disso ( o Espírito Invisível ) tornou-se disponível,
visto que ele ( o Delimitador ) é quem sabe o que ele ( o Espírito Invisível ) é.
Mas eles não produziram nada além de si mesmos,
nem poder, nem posição, nem glória, nem eternidade, pois todos são eternos.Ele é Vitalidade, Mentalidade e Essencialidade. Portanto:
a Essencialidade inclui constantemente sua Vitalidade e Mentalidade, e a
Vitalidade inclui a não-Substancialidade e a Mentalidade;
a Mentalidade inclui a Vida e a Essencialidade.
E os três são um, embora individualmente sejam três.Resposta de Allogenes:
Depois de ouvir essas coisas, ó meu filho [Messos,] fiquei com medo e [me voltei para a multidão...] [...] pensei [...] [...] [...] [...] [capacita aqueles que são capazes] a conhecer essas coisas [por meio de] uma revelação maior, mas eu fui capaz — mesmo estando em carne — de ouvir de <você> sobre essas coisas. E por causa da sabedoria que nelas há, o pensamento dentro de mim distinguiu coisas imensuráveis de coisas incognoscíveis. Portanto, temo que minha sabedoria tenha se tornado excessiva."
Youel: O Éon Barbelo
E então, novamente, ó meu filho Messos, o todo-glorioso, Youel falou comigo; ela me apareceu e disse:
"Ninguém é capaz de ouvir essas coisas, exceto os grandes poderes. Ó Alógenes, você foi revestido de um grande poder, aquele com o qual o Pai de Todos o revestiu antes de você vir a este lugar, de modo que
Aquelas coisas que são difíceis de distinguir, você poderá distinguir;
aquelas coisas que são desconhecidas para a multidão, você poderá conhecer;
e você poderá ser restaurado àquilo que é seu,
que já estava intacto e, portanto, não precisa de restauração.
[...] [...] [...] [...] [...] ... [ ] ... [ ... para] você [uma] forma [e uma revelação].
Quanto ao Espírito Invisível Triplo [Poderoso], fora dele [está
situado] um conhecimento não discriminatório, incorpóreo e [atemporal].
Como todos os éons, o Éon Barbelo
também é dotado dos tipos e formas das coisas que realmente existem,
a imagem de Caliptos;
e dotado de seus princípios racionais inteligentes,
carrega o Intelecto masculino Protófanes como imagem
e age dentro dos Indivíduos
com astúcia, habilidade ou instinto parcial;
Dotado dos Autogenes divinos como imagem
e conhecendo cada um deles (os indivíduos),
age separadamente e individualmente,
retificando continuamente os defeitos que surgem da Natureza;
Dotado do Triplo Masculino divino
como uma integração (ou preservação) de todos eles com o Espírito Invisível,
é uma expressão racional de deliberação, a Criança perfeita.
E esta hipóstase é uma [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...]
Resposta de Allogenes:
[Minha alma se enfraqueceu] e eu fugi, muito perturbada. Então me voltei para mim mesma e vi a luz que me envolvia e o Bem que havia em mim, e me tornei Divina. E a gloriosa Youel me contatou novamente e me fortaleceu. Ela disse:
E então, novamente, ó meu filho Messos, o todo-glorioso, Youel falou comigo; ela me apareceu e disse:
"Ninguém é capaz de ouvir essas coisas, exceto os grandes poderes. Ó Alógenes, você foi revestido de um grande poder, aquele com o qual o Pai de Todos o revestiu antes de você vir a este lugar, de modo queAquelas coisas que são difíceis de distinguir, você poderá distinguir;
aquelas coisas que são desconhecidas para a multidão, você poderá conhecer;
e você poderá ser restaurado àquilo que é seu,
que já estava intacto e, portanto, não precisa de restauração.[...] [...] [...] [...] [...] ... [ ] ... [ ... para] você [uma] forma [e uma revelação].
Quanto ao Espírito Invisível Triplo [Poderoso], fora dele [está
situado] um conhecimento não discriminatório, incorpóreo e [atemporal].
Como todos os éons, o Éon Barbelo
também é dotado dos tipos e formas das coisas que realmente existem,
a imagem de Caliptos;e dotado de seus princípios racionais inteligentes,
carrega o Intelecto masculino Protófanes como imagem
e age dentro dos Indivíduos
com astúcia, habilidade ou instinto parcial;Dotado dos Autogenes divinos como imagem
e conhecendo cada um deles (os indivíduos),
age separadamente e individualmente,
retificando continuamente os defeitos que surgem da Natureza;Dotado do Triplo Masculino divino
como uma integração (ou preservação) de todos eles com o Espírito Invisível,
é uma expressão racional de deliberação, a Criança perfeita.
E esta hipóstase é uma [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...]Resposta de Allogenes:
[Minha alma se enfraqueceu] e eu fugi, muito perturbada. Então me voltei para mim mesma e vi a luz que me envolvia e o Bem que havia em mim, e me tornei Divina. E a gloriosa Youel me contatou novamente e me fortaleceu. Ela disse:
Youel: o Triplamente Poderoso
"Uma vez que sua sabedoria se completou e você conheceu o Bem que reside em você, ouça a respeito do Triplo Poder coisas que você deve guardar em grande silêncio e grande mistério, pois não devem ser ditas a ninguém, exceto àqueles que são dignos e capazes de ouvir. Tampouco é apropriado falar a uma geração inculta sobre algo superior à perfeição.
Mas você tem <essa capacidade de ouvir> a respeito do Triplo Poder, que existe em Bem-aventurança e Bondade, a causa de tudo em virtude de abranger uma vasta magnitude, embora Ele seja <unitariamente> Um. [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] de [preconceito], não como se [através de coisas que existem] dentro da compreensão [e do conhecimento] e [do entendimento]."
E aquele que se movia imóvel em seu governo, para que não afundasse no ilimitado por meio de outro ato da Mentalidade. E ele entrou em si mesmo e se mostrou onipresente.
Tudo o que é superior à perfeição é anterior ao conhecimento. Assim como não há possibilidade de compreensão completa, também não o conheço por completo. E assim é.
Em virtude do terceiro silêncio da Mentalidade e
da atividade secundária indivisa (isto é, Vitalidade) que surgiu no
Primeiro Pensamento — isto é, o Éon Barbelo — e
da aparência indivisa de divisão, até mesmo
o Triplo Poder e a Existência não substancial,
O poder manifestou-se por meio de uma atividade estável e silenciosa.
Emitiu um som assim: `ZZA ZZA ZZA.' Mas quando ela ouviu
o poder e se sentiu preenchida [...] [...] [...] [...] [...] ...
Elogios a Barbelo segundo [Existência?], Vitalidade e Mentalidade
(Em conformidade com a Existência que é tua... da qual deriva a Perfeição:)
“[...] ... Tu és [grande, Deífânio]! Solmis, [tu és grande!]
Em conformidade com a Vitalidade [que é tua,
sim], a atividade primordial da qual deriva a Divindade:
Tu és grande, Armedon! Tu és perfeito, Epifânio!
E em consonância com essa tua atividade,
o poder secundário, a própria Mentalidade da qual deriva a Bem-aventurança:
Autoer, Beritheus, Erigenaor, Orimenios, Aramen,
Alphleges, Elelioupheus, Lalameus, Yetheus, Noetheus!
Tu és grande! Quem te conhece conhece o Todo!
Tu és um, tu és um, ó Bom, Afredon!
Tu és o Éon dos éons, ó perpetuamente existente!'
Então ela louvou o Todo, dizendo:
`Lalameus, Noetheus, Senaon,
Asineus, Oriphanios, Mellephaneus,
Elemaon{}, <I>smoun, Optaon!
Aquele que é! Tu és Aquele que é, o Éon dos éons!
Ó não gerado, superior aos não gerados, Yatomenos!,
És só tu para quem todos os não nascidos foram gerados, ó inominável!'
[...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] ... [...] [...] conhecimento."
Resposta de Allogenes
[Agora, depois de] ouvir essas coisas, eu [também glorifiquei]
os indivíduos [perfeitos]
[e] os totalmente perfeitos [que são unificados],
até mesmo os [totalmente perfeitos que] estão antes dos [perfeitos].
"Uma vez que sua sabedoria se completou e você conheceu o Bem que reside em você, ouça a respeito do Triplo Poder coisas que você deve guardar em grande silêncio e grande mistério, pois não devem ser ditas a ninguém, exceto àqueles que são dignos e capazes de ouvir. Tampouco é apropriado falar a uma geração inculta sobre algo superior à perfeição.
Mas você tem <essa capacidade de ouvir> a respeito do Triplo Poder, que existe em Bem-aventurança e Bondade, a causa de tudo em virtude de abranger uma vasta magnitude, embora Ele seja <unitariamente> Um. [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] de [preconceito], não como se [através de coisas que existem] dentro da compreensão [e do conhecimento] e [do entendimento]."E aquele que se movia imóvel em seu governo, para que não afundasse no ilimitado por meio de outro ato da Mentalidade. E ele entrou em si mesmo e se mostrou onipresente.
Tudo o que é superior à perfeição é anterior ao conhecimento. Assim como não há possibilidade de compreensão completa, também não o conheço por completo. E assim é.
Em virtude do terceiro silêncio da Mentalidade e
da atividade secundária indivisa (isto é, Vitalidade) que surgiu no
Primeiro Pensamento — isto é, o Éon Barbelo — e
da aparência indivisa de divisão, até mesmo
o Triplo Poder e a Existência não substancial,O poder manifestou-se por meio de uma atividade estável e silenciosa.
Emitiu um som assim: `ZZA ZZA ZZA.' Mas quando ela ouviu
o poder e se sentiu preenchida [...] [...] [...] [...] [...] ...Elogios a Barbelo segundo [Existência?], Vitalidade e Mentalidade
(Em conformidade com a Existência que é tua... da qual deriva a Perfeição:)
“[...] ... Tu és [grande, Deífânio]! Solmis, [tu és grande!]
Em conformidade com a Vitalidade [que é tua,
sim], a atividade primordial da qual deriva a Divindade:
Tu és grande, Armedon! Tu és perfeito, Epifânio!E em consonância com essa tua atividade,
o poder secundário, a própria Mentalidade da qual deriva a Bem-aventurança:
Autoer, Beritheus, Erigenaor, Orimenios, Aramen,
Alphleges, Elelioupheus, Lalameus, Yetheus, Noetheus!
Tu és grande! Quem te conhece conhece o Todo!
Tu és um, tu és um, ó Bom, Afredon!
Tu és o Éon dos éons, ó perpetuamente existente!'Então ela louvou o Todo, dizendo:
`Lalameus, Noetheus, Senaon,
Asineus, Oriphanios, Mellephaneus,
Elemaon{}, <I>smoun, Optaon!
Aquele que é! Tu és Aquele que é, o Éon dos éons!
Ó não gerado, superior aos não gerados, Yatomenos!,
És só tu para quem todos os não nascidos foram gerados, ó inominável!'[...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] ... [...] [...] conhecimento."
Resposta de Allogenes
[Agora, depois de] ouvir essas coisas, eu [também glorifiquei]
os indivíduos [perfeitos]
[e] os totalmente perfeitos [que são unificados],
até mesmo os [totalmente perfeitos que] estão antes dos [perfeitos].
Youel: O Triplamente Poderoso
Então a mãe das glórias, Youel, falou-me novamente:
["Ó Alógenes], certamente saberás que
O [Triplo-Poderoso] existe antes
[daqueles que] não existem,
[daqueles que existem] (mas) não [verdadeiramente] existem,
[e daqueles que] verdadeiramente existem.
[Aliás, todos estes] existem [na
Divindade e na Bem-Aventurança] [e] na Existência,
mesmo como não-substancialidade e não-ser [Existência].
Resposta de Allogenes
[E então] orei para que [a revelação] acontecesse comigo.
Então a mãe das glórias, Youel, falou-me novamente:
["Ó Alógenes], certamente saberás queO [Triplo-Poderoso] existe antes
[daqueles que] não existem,
[daqueles que existem] (mas) não [verdadeiramente] existem,
[e daqueles que] verdadeiramente existem.
[Aliás, todos estes] existem [na
Divindade e na Bem-Aventurança] [e] na Existência,
mesmo como não-substancialidade e não-ser [Existência].Resposta de Allogenes
[E então] orei para que [a revelação] acontecesse comigo.
Youel: A chegada dos Poderes dos Luminares
[E então] [o] Todo-[Glorioso] Ser, Youel, disse-me: "Enquanto o [Triplo] Masculino é uma entidade autogerada na medida em que é] substancial, o [(Triplo Poderoso) ...] é [uma insubstancialidade] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] aqueles que habitam [em associação] com a [geração daqueles] que [verdadeiramente] existem. Os autogerados habitam com o [Triplo Masculino].
Se [buscares com] [perfeita] busca, [então] conhecerás o [Bem que está] em ti; então [conhecerás a ti mesmo], também, (como) alguém que [deriva do] Deus que verdadeiramente [pré-existe].
[E depois de cem] anos haverá [para vocês] uma revelação [desse] por meio de [Salamex] e Semen (Selmen?) [e Armê, os] Luminários do [éon] Barbelo."
E [ela me disse:] "É apropriado [que você o conheça] primeiro, para [não perder sua] espécie. [E quando você tiver sucesso], então <...>. Quando [você receber] uma concepção [deste Ser], então [você será preenchido com] a Palavra [até a sua plenitude]. E então [você se torna divino] e [você se torna perfeito. Você os recebe [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] a busca [...] [...] a Existência [...]
Se [apreende] alguma coisa, é [apreendida por] este Ser e por aquilo que é compreendido, o que equivale à mesma coisa."
E então torna-se maior aquilo que compreende e conhece
do que aquilo que é compreendido e conhecido.
Mas se descer à sua natureza, torna-se menor,
pois as naturezas incorpóreas não se associaram a nenhuma grandeza;
assim dotadas, estão em todo lugar e em lugar nenhum,
visto que são maiores do que toda grandeza e menores do que toda pequena dimensão.
Resposta de Allogenes
Depois que a gloriosa Youel disse essas coisas, ela se separou de mim e me deixou. Mas eu não desesperei das palavras que ouvi. Preparei-me e meditei por cem anos. E regozijei-me grandemente por estar em uma grande luz e um caminho abençoado, porque todas as coisas que eu era digno de ver, assim como aquelas que eu era digno de ouvir, eram coisas próprias apenas para os grandes poderes verem e ouvirem. [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [de Deus].
A visão inicial de Alógenes sobre o Éon Barbelo:
Quando se aproximava a conclusão dos cem anos, uma bem-aventurança da esperança eterna, repleta de auspiciosidade, me invadiu. Eu vi:
o bom e divino Autogenes;
e o Salvador que é a Criança Tripla Perfeita;
e sua bondade, o Intelecto perfeito Protophanes-Harmedon;
e a Bem-aventurança de Kalyptos;
e o pré-princípio da Bem-aventurança, o Barbelo-Aeon pleno de Divindade;
e o pré-princípio do não-originado, o Espírito Invisível de Triplo Poder,
a totalidade que é mais que perfeita.
Quando fui envolvido pela luz eterna, pela vestimenta que estava sobre mim, e levado a um lugar puro cuja semelhança não pode ser revelada no mundo, então, por meio de uma grande Bem-aventurança, vi todos aqueles sobre os quais eu tinha ouvido falar. E eu os louvei a todos e [permaneci em repouso] sobre meu conhecimento e [eu] me voltei para o Conhecimento dos Seres Universais, o Barbelo-Aeon.
[E então] [o] Todo-[Glorioso] Ser, Youel, disse-me: "Enquanto o [Triplo] Masculino é uma entidade autogerada na medida em que é] substancial, o [(Triplo Poderoso) ...] é [uma insubstancialidade] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] aqueles que habitam [em associação] com a [geração daqueles] que [verdadeiramente] existem. Os autogerados habitam com o [Triplo Masculino].
Se [buscares com] [perfeita] busca, [então] conhecerás o [Bem que está] em ti; então [conhecerás a ti mesmo], também, (como) alguém que [deriva do] Deus que verdadeiramente [pré-existe].[E depois de cem] anos haverá [para vocês] uma revelação [desse] por meio de [Salamex] e Semen (Selmen?) [e Armê, os] Luminários do [éon] Barbelo."
E [ela me disse:] "É apropriado [que você o conheça] primeiro, para [não perder sua] espécie. [E quando você tiver sucesso], então <...>. Quando [você receber] uma concepção [deste Ser], então [você será preenchido com] a Palavra [até a sua plenitude]. E então [você se torna divino] e [você se torna perfeito. Você os recebe [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] a busca [...] [...] a Existência [...]
Se [apreende] alguma coisa, é [apreendida por] este Ser e por aquilo que é compreendido, o que equivale à mesma coisa."E então torna-se maior aquilo que compreende e conhece
do que aquilo que é compreendido e conhecido.
Mas se descer à sua natureza, torna-se menor,
pois as naturezas incorpóreas não se associaram a nenhuma grandeza;
assim dotadas, estão em todo lugar e em lugar nenhum,
visto que são maiores do que toda grandeza e menores do que toda pequena dimensão.Resposta de Allogenes
Depois que a gloriosa Youel disse essas coisas, ela se separou de mim e me deixou. Mas eu não desesperei das palavras que ouvi. Preparei-me e meditei por cem anos. E regozijei-me grandemente por estar em uma grande luz e um caminho abençoado, porque todas as coisas que eu era digno de ver, assim como aquelas que eu era digno de ouvir, eram coisas próprias apenas para os grandes poderes verem e ouvirem. [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [de Deus].
A visão inicial de Alógenes sobre o Éon Barbelo:
Quando se aproximava a conclusão dos cem anos, uma bem-aventurança da esperança eterna, repleta de auspiciosidade, me invadiu. Eu vi:
o bom e divino Autogenes;
e o Salvador que é a Criança Tripla Perfeita;
e sua bondade, o Intelecto perfeito Protophanes-Harmedon;
e a Bem-aventurança de Kalyptos;
e o pré-princípio da Bem-aventurança, o Barbelo-Aeon pleno de Divindade;
e o pré-princípio do não-originado, o Espírito Invisível de Triplo Poder,
a totalidade que é mais que perfeita.Quando fui envolvido pela luz eterna, pela vestimenta que estava sobre mim, e levado a um lugar puro cuja semelhança não pode ser revelada no mundo, então, por meio de uma grande Bem-aventurança, vi todos aqueles sobre os quais eu tinha ouvido falar. E eu os louvei a todos e [permaneci em repouso] sobre meu conhecimento e [eu] me voltei para o Conhecimento dos Seres Universais, o Barbelo-Aeon.
Os Poderes dos Luminares: A. Ascensão através do Triplo Poderoso
E por meio dos Luminares do virginal masculino Barbelo, vi [múltiplos] poderes me dizendo:
"Ó grande poder! Ó nome que surgiu no mundo! Ó Alógenes, contempla a tua Bem-aventurança, quão silenciosamente ela permanece, pela qual conheces a tua verdadeira essência e, buscando-te a ti mesmo, ascende à Vitalidade que verás em movimento."
E mesmo que não consigas ficar de pé, não temas! Mas se desejares ficar de pé, ascende à Existência, e a encontrarás de pé e imóvel, à semelhança Daquele que é verdadeiramente imóvel e abarca todas estas coisas silenciosamente e inativamente.
E se você tiver uma revelação desse Ser por meio de uma revelação primordial do Incognoscível, se você o conhecer, você deve permanecer inconsciente! E se você sentir medo nesse lugar, retire-se por causa dessas atividades (que perturbam a tranquilidade); e se você se tornar completo nesse lugar, permaneça imóvel! E, assim como no seu caso, esteja ciente de que é assim com todos, exatamente como no seu caso!
E não vos disperseis ainda mais, para que possais permanecer de pé, e não desejeis ser ativos, para que de alguma forma não vos afasteis da inatividade do Incognoscível. Não o conheçais, pois é impossível; mas se por meio de um pensamento iluminado o conhecerdes, permanecei na ignorância dele!
Resposta de Allogenes:
Enquanto eu ouvia essas coisas enquanto aqueles ali falavam, havia dentro de mim uma quietude de silêncio, e eu ouvi a Bem-aventurança pela qual reconheci meu verdadeiro eu.
E ascendi à Vitalidade como a buscava. E nela penetrei e permaneci, não firmemente, mas em silêncio. E vi um movimento eterno, intelectual, indivisível, onipotente, informe, ilimitado pela limitação.
E quando quis me firmar, ascendi à Existência, que encontrei de pé e em repouso, semelhante e parecida com (o de pé e em repouso) me cobrindo.
Por meio de uma revelação do Indivisível e do Estável, fui preenchido com revelação; por meio de uma revelação primordial do Incognoscível, [como se] desconhecesse a sua existência, eu o [conheci] e fui fortalecido por ele. Tendo sido permanentemente fortalecido, conheci aquilo que existe em mim, inclusive o Triplo Poderoso e a revelação de sua inatingibilidade.
E por meio de uma revelação primordial do Incognoscível universalmente supremo — o Deus que está além da perfeição — eu o vi, assim como o Triplo Poder que existe em todos eles. Eu buscava o Deus inefável e incognoscível de quem — se alguém o conhecesse — seria completamente inconsciente, aquele que intermedia o Triplo Poder, aquele que subsiste na quietude e no silêncio e é incognoscível.
E por meio dos Luminares do virginal masculino Barbelo, vi [múltiplos] poderes me dizendo:
"Ó grande poder! Ó nome que surgiu no mundo! Ó Alógenes, contempla a tua Bem-aventurança, quão silenciosamente ela permanece, pela qual conheces a tua verdadeira essência e, buscando-te a ti mesmo, ascende à Vitalidade que verás em movimento."
E mesmo que não consigas ficar de pé, não temas! Mas se desejares ficar de pé, ascende à Existência, e a encontrarás de pé e imóvel, à semelhança Daquele que é verdadeiramente imóvel e abarca todas estas coisas silenciosamente e inativamente.
E se você tiver uma revelação desse Ser por meio de uma revelação primordial do Incognoscível, se você o conhecer, você deve permanecer inconsciente! E se você sentir medo nesse lugar, retire-se por causa dessas atividades (que perturbam a tranquilidade); e se você se tornar completo nesse lugar, permaneça imóvel! E, assim como no seu caso, esteja ciente de que é assim com todos, exatamente como no seu caso!
E não vos disperseis ainda mais, para que possais permanecer de pé, e não desejeis ser ativos, para que de alguma forma não vos afasteis da inatividade do Incognoscível. Não o conheçais, pois é impossível; mas se por meio de um pensamento iluminado o conhecerdes, permanecei na ignorância dele!
Resposta de Allogenes:
Enquanto eu ouvia essas coisas enquanto aqueles ali falavam, havia dentro de mim uma quietude de silêncio, e eu ouvi a Bem-aventurança pela qual reconheci meu verdadeiro eu.
E ascendi à Vitalidade como a buscava. E nela penetrei e permaneci, não firmemente, mas em silêncio. E vi um movimento eterno, intelectual, indivisível, onipotente, informe, ilimitado pela limitação.E quando quis me firmar, ascendi à Existência, que encontrei de pé e em repouso, semelhante e parecida com (o de pé e em repouso) me cobrindo.
Por meio de uma revelação do Indivisível e do Estável, fui preenchido com revelação; por meio de uma revelação primordial do Incognoscível, [como se] desconhecesse a sua existência, eu o [conheci] e fui fortalecido por ele. Tendo sido permanentemente fortalecido, conheci aquilo que existe em mim, inclusive o Triplo Poderoso e a revelação de sua inatingibilidade.
E por meio de uma revelação primordial do Incognoscível universalmente supremo — o Deus que está além da perfeição — eu o vi, assim como o Triplo Poder que existe em todos eles. Eu buscava o Deus inefável e incognoscível de quem — se alguém o conhecesse — seria completamente inconsciente, aquele que intermedia o Triplo Poder, aquele que subsiste na quietude e no silêncio e é incognoscível.
Os Poderes dos Luminares: B. Teologia Negativa
E quando fui confirmado nessas questões, os poderes dos Luminares me disseram: "Cesse de dissipar a inatividade que existe em você por meio de (mais) indagações sobre assuntos incompreensíveis; em vez disso, ouça sobre ele, na medida do possível, por meio de uma revelação primária e uma revelação:
Sem mente, vida ou existência
Agora ele é uma entidade na medida em que existe,
seja por existir e se tornar (ser e existir?), seja por agir (viver ou saber),
embora ele viva (ou aja) sem Mente, Vida ou Existência
— ou Não-existência — de forma incompreensível.
E embora ele seja uma entidade com seus próprios atributos,
ele não deixa nada para trás,
como se produzisse algo que fosse testado ou purificado, ou
como se recebesse ou desse.
Ele não é diminuído de forma alguma,
seja por seu próprio desejo
, seja por dar ou receber através de outro.
Ele também não tem nenhum desejo, seja ele próprio
ou tenha sido acrescentado por algo externo.
Mas ele também não produz nada por si mesmo,
para que não se diminua de alguma outra forma.
Portanto, ele não precisa nem de Mente, nem de Vida
, nem de absolutamente nada.
Incognoscibilidade
Ele é superior à Totalidade em sua privação e incognoscibilidade – que é a Existência do não-ser – embora seja dotado de silêncio e quietude para que não seja destruído pelos indefiníveis.
Paralelo com o Apócrifo de João (BG ,6-25,7 = II ,17-33)
Ele não é Divindade, nem Bem-aventurança, nem Perfeição.
Em vez disso, ele é uma entidade incognoscível, não um atributo.
Ele é algo superior à Bem-aventurança, à Divindade e à Perfeição,
pois não é perfeito, mas sim algo superior.
Ele não é ilimitado,
nem limitado por outro ser.
Ele é algo superior.
Ele não é corpóreo nem incorpóreo,
nem Grande [nem] Pequeno,
nem uma quantidade nem uma [<qualidade>].
Ele não é algo que exista e que se possa conhecer;
pelo contrário, ele é algo superior que não se pode conhecer.
Ainda que a revelação primordial e o autoconhecimento o caracterizem,
somente ele conhece a si mesmo.
Como ele não está entre as coisas existentes,
ele é algo superior ao superlativo,
mesmo em comparação com o que se
aplica ou não a ele.
Ele não participa da eternidade,
nem do tempo,
e nada recebe de nada.
Ele não é nem diminuível,
nem decrescente,
nem indimível.
Mas ele é autoconhecimento,
algo tão incognoscível
que supera aqueles que se destacam na incognoscibilidade.
Mesmo que ele seja dotado de bem-aventurança, perfeição e silêncio,
(ele) não é o Bem-aventurado, nem é a Perfeição ou a Quietude.
Mas ele é algo existente que não se pode conhecer — e que está em repouso.
São, antes, aspectos completamente incognoscíveis dele,
enquanto ele é muito superior em beleza a todas as coisas boas.
E dessa forma ele é universalmente incognoscível em todos os aspectos,
e é através de todas elas que ele está em todas elas.
Ele não é apenas o conhecimento incognoscível que lhe é próprio, mas
também está unido à ignorância que o observa.
<Quer alguém veja de que maneira Ele é incognoscível, quer O veja como Ele é em todos os aspectos, ou diga que Ele é algo semelhante ao conhecimento, agiu impiamente contra Ele, sendo passível de julgamento por não conhecer a Deus. Não será julgado por Aquele que não se preocupa com nada nem tem qualquer desejo, mas é (julgado) por si mesmo, porque não encontrou a origem verdadeiramente existente. Estava cego à parte da fonte latente da revelação, a atualização que deriva do Triplo Poder do Primeiro Pensamento do Espírito Invisível.
Os Poderes dos Luminares: C. Teologia Positiva
Este existe, portanto, a partir de [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] algo [...] [estabelecido em [...] Foi com ] beleza e [um alvorecer] de quietude, silêncio, tranquilidade e magnitude insondável que ele apareceu.
Ele não precisava de tempo nem participava da eternidade.
Em si mesmo, ele é insondavelmente insondável.
Ele não age — nem mesmo sobre si mesmo — para se aquietar.
Ele não é uma Existência, a menos que lhe falte algo.
Espacialmente, ele é corpóreo, enquanto propriamente é incorpóreo.
Ele possui uma Existência de não-ser.
Ele existe para todos eles em si mesmo, sem qualquer desejo.
Em vez disso, ele é o máximo da grandeza.
E ele transcende sua quietude para que [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [ ] ... [ ] [ ... o Espírito In]visível.
Embora ele [os tenha capacitado a todos],
[eles não] se preocupam com Aquele,
nem mesmo se alguém participar dele, é capacitado.
Em conformidade com a sua Unidade imóvel, nada age sobre ele.
Pois ele é incognoscível; ele é um lugar sem fôlego da infinitude.
Como ele é ilimitado, impotente e inexistente,
ele não estava fornecendo o Ser.
Em vez disso, ele contém tudo isso em si mesmo,
estando em repouso e de pé.
Daquele que permanece sempre de pé, surgiu uma Vida eterna, o Espírito Invisível e Triplamente Poderoso, Aquele que está em todas as coisas existentes e as envolve, transcendendo-as. Uma sombra [...] ...
E a respeito de todos esses assuntos, certamente ouviste. E não busques nada mais, mas vai. Não sabemos se o Incognoscível tem anjos ou deuses, ou se Aquele que está em repouso contém algo em si mesmo além dessa própria quietude. Pois ele <...>, para que não seja diminuído. Não é apropriado dissipar-se ainda mais por meio de buscas repetidas. Era apropriado que tu <sozinho> soubesses e que eles falassem com outro. Em vez disso, tu os conduzirás [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...]
E quando fui confirmado nessas questões, os poderes dos Luminares me disseram: "Cesse de dissipar a inatividade que existe em você por meio de (mais) indagações sobre assuntos incompreensíveis; em vez disso, ouça sobre ele, na medida do possível, por meio de uma revelação primária e uma revelação:
Sem mente, vida ou existência
Agora ele é uma entidade na medida em que existe,
seja por existir e se tornar (ser e existir?), seja por agir (viver ou saber),
embora ele viva (ou aja) sem Mente, Vida ou Existência
— ou Não-existência — de forma incompreensível.
E embora ele seja uma entidade com seus próprios atributos,
ele não deixa nada para trás,
como se produzisse algo que fosse testado ou purificado, ou
como se recebesse ou desse.Ele não é diminuído de forma alguma,
seja por seu próprio desejo
, seja por dar ou receber através de outro.Ele também não tem nenhum desejo, seja ele próprio
ou tenha sido acrescentado por algo externo.Mas ele também não produz nada por si mesmo,
para que não se diminua de alguma outra forma.Portanto, ele não precisa nem de Mente, nem de Vida
, nem de absolutamente nada.Incognoscibilidade
Ele é superior à Totalidade em sua privação e incognoscibilidade – que é a Existência do não-ser – embora seja dotado de silêncio e quietude para que não seja destruído pelos indefiníveis.
Paralelo com o Apócrifo de João (BG ,6-25,7 = II ,17-33)Ele não é Divindade, nem Bem-aventurança, nem Perfeição.
Em vez disso, ele é uma entidade incognoscível, não um atributo.
Ele é algo superior à Bem-aventurança, à Divindade e à Perfeição,
pois não é perfeito, mas sim algo superior.
Ele não é ilimitado,
nem limitado por outro ser.
Ele é algo superior.Ele não é corpóreo nem incorpóreo,
nem Grande [nem] Pequeno,
nem uma quantidade nem uma [<qualidade>].Ele não é algo que exista e que se possa conhecer;
pelo contrário, ele é algo superior que não se pode conhecer.Ainda que a revelação primordial e o autoconhecimento o caracterizem,
somente ele conhece a si mesmo.Como ele não está entre as coisas existentes,
ele é algo superior ao superlativo,
mesmo em comparação com o que se
aplica ou não a ele.Ele não participa da eternidade,
nem do tempo,
e nada recebe de nada.Ele não é nem diminuível,
nem decrescente,
nem indimível.Mas ele é autoconhecimento,
algo tão incognoscível
que supera aqueles que se destacam na incognoscibilidade.Mesmo que ele seja dotado de bem-aventurança, perfeição e silêncio,
(ele) não é o Bem-aventurado, nem é a Perfeição ou a Quietude.Mas ele é algo existente que não se pode conhecer — e que está em repouso.
São, antes, aspectos completamente incognoscíveis dele,
enquanto ele é muito superior em beleza a todas as coisas boas.
E dessa forma ele é universalmente incognoscível em todos os aspectos,
e é através de todas elas que ele está em todas elas.Ele não é apenas o conhecimento incognoscível que lhe é próprio, mas
também está unido à ignorância que o observa.<Quer alguém veja de que maneira Ele é incognoscível, quer O veja como Ele é em todos os aspectos, ou diga que Ele é algo semelhante ao conhecimento, agiu impiamente contra Ele, sendo passível de julgamento por não conhecer a Deus. Não será julgado por Aquele que não se preocupa com nada nem tem qualquer desejo, mas é (julgado) por si mesmo, porque não encontrou a origem verdadeiramente existente. Estava cego à parte da fonte latente da revelação, a atualização que deriva do Triplo Poder do Primeiro Pensamento do Espírito Invisível.
Os Poderes dos Luminares: C. Teologia Positiva
Este existe, portanto, a partir de [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] algo [...] [estabelecido em [...] Foi com ] beleza e [um alvorecer] de quietude, silêncio, tranquilidade e magnitude insondável que ele apareceu.
Ele não precisava de tempo nem participava da eternidade.
Em si mesmo, ele é insondavelmente insondável.
Ele não age — nem mesmo sobre si mesmo — para se aquietar.
Ele não é uma Existência, a menos que lhe falte algo.
Espacialmente, ele é corpóreo, enquanto propriamente é incorpóreo.
Ele possui uma Existência de não-ser.
Ele existe para todos eles em si mesmo, sem qualquer desejo.Em vez disso, ele é o máximo da grandeza.
E ele transcende sua quietude para que [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [ ] ... [ ] [ ... o Espírito In]visível.Embora ele [os tenha capacitado a todos],
[eles não] se preocupam com Aquele,
nem mesmo se alguém participar dele, é capacitado.Em conformidade com a sua Unidade imóvel, nada age sobre ele.
Pois ele é incognoscível; ele é um lugar sem fôlego da infinitude.Como ele é ilimitado, impotente e inexistente,
ele não estava fornecendo o Ser.
Em vez disso, ele contém tudo isso em si mesmo,
estando em repouso e de pé.Daquele que permanece sempre de pé, surgiu uma Vida eterna, o Espírito Invisível e Triplamente Poderoso, Aquele que está em todas as coisas existentes e as envolve, transcendendo-as. Uma sombra [...] ...
E a respeito de todos esses assuntos, certamente ouviste. E não busques nada mais, mas vai. Não sabemos se o Incognoscível tem anjos ou deuses, ou se Aquele que está em repouso contém algo em si mesmo além dessa própria quietude. Pois ele <...>, para que não seja diminuído. Não é apropriado dissipar-se ainda mais por meio de buscas repetidas. Era apropriado que tu <sozinho> soubesses e que eles falassem com outro. Em vez disso, tu os conduzirás [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...]
Instruções para escrever a revelação de um ser masculino não identificável.
[...] [e ele me disse: "Escreva [as coisas] que eu lhe [contarei] e das quais lhe lembrarei para aqueles que forem dignos depois de você. E você deixará este livro em uma montanha e invocará o guardião: 'Venha, Temível!'" E quando ele disse essas coisas, separou-se de mim.
Resposta de Alógenes: registrar a revelação
Mas eu estava cheio de alegria e escrevi este livro. Fui incumbido, meu filho Messos, de revelar a ti os assuntos que me foram proclamados. E inicialmente os recebi em grande silêncio e (depois) me preparei.
Estas são as coisas que me foram reveladas, ó meu [filho] [Messos ... ] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [ ... proclama] [elas, ó meu] filho Messos.
O selo de todos os livros de Alógenes.
Os Alógenes
[...] [e ele me disse: "Escreva [as coisas] que eu lhe [contarei] e das quais lhe lembrarei para aqueles que forem dignos depois de você. E você deixará este livro em uma montanha e invocará o guardião: 'Venha, Temível!'" E quando ele disse essas coisas, separou-se de mim.
Resposta de Alógenes: registrar a revelação
Mas eu estava cheio de alegria e escrevi este livro. Fui incumbido, meu filho Messos, de revelar a ti os assuntos que me foram proclamados. E inicialmente os recebi em grande silêncio e (depois) me preparei.
Estas são as coisas que me foram reveladas, ó meu [filho] [Messos ... ] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [ ... proclama] [elas, ó meu] filho Messos.O selo de todos os livros de Alógenes.
Os Alógenes
The Allogenes
Translated by John D. Turner
This original translation is presented in the Gnostic Society Library by permission of Dr. John D. Turner, who retains all copyright. The headings shown in bold text are added to the text by Dr. Turner. Lines lost from the surviving manuscript are indicated by [...]. Dr. Turner's fully annotated version of this translation (NHC XI,3: 45,1-69,20 )including the complete line numbering referenced by his translation, is available here.
Youel: The generation of the Barbelo Aeon
[...] [...] [...] [...] [...] [...] since they are [perfect Individuals. And they are] all [unified, in harmony].
The [Mind], the guardian [I provided] [for you] taught you. And it is the power that [exists] in you that [extended] [itself], since [it (you?)] often [rejoiced] in the Triple Powered One who [belongs to] all [those] who [truly] exist with the [immeasurable] one.O eternal [light of] the knowledge that has [appeared]!
O male virginal [glory]!
[O first] aeon from [a] unique threefold [aeon]!
[O] Triple-Powered One who [truly exists]!For after it [contracted] [it expanded],
and [it spread out] and became complete,
[and] it was empowered [with] all of them,
by knowing [itself] [in addition to the perfect Invisible Spirit],
and it [became] [an] aeon.By knowing [herself] she knew that one, [and] she became Kalyptos [because] she acts in those whom she knows.
She is Protophanes, a perfect, invisible Intellect, Harmedon.
Empowering the individuals, she is Triple Male, since she is individually
[...] [...] [...] [...] [...] [they are] [unified since she] is [their] [Existence],
and she [sees] them all [truly] existing.[She] contains the divine Autogenes:
When she [knew] her Existence and
when she stood at rest [upon] this one (Autogenes),
he (<she>?) saw them [all] existing individually just as [they] are.And when [they (he? she?)] become as he is,
[he (she? they?) shall] see the divine Triple Male,
the power that is [higher than] God.
[He is the thought] of all those who [are] unified.When he (the Triple Male) [contemplates them (unified)],
he contemplates the great male, [perfect?], Intellect [Protophanes].
He is their [procession]; when [he] sees it,
[he also sees] [the truly existing ones],
[since it is the] procession [for those who] are unified.And when [he has seen] these (truly existing), he has seen Kalyptos.
And when he sees the unity of the hidden ones,
[he] sees the Barbalo-Aeon, [the] unbegotten offspring of [that One].When one should [see] how it [lives] (one sees the Triple Powered One)
[...] [...] [...] [...] [ ... you have heard about the] abundance of each one of them certainly. [Now] concerning the Triple-Powered Invisible Spirit One, hear!
The Triple Powered One
He [exists] as an invisible One, unattainable for them all.
He contains them all within [himself], for [they] all exist because [of] [him].
He is perfect and [greater] than perfect.
And he is blessed, since he [is] always one.
And [he] exists [in] them all,
being ineffable, unnamable,
being [one] who exists through them all--he whom, [should] one intelligize him, one [would not desire] anything that
[exists] before him among those [that possess] existence--for [he] is the [source] [from which they were all emitted].
[He is prior to Perfection];
[he was prior] [to every] Divinity, [and]
he is prior [to] every Blessedness,
since he provides for every power.And he is an insubstantial substance,
a God over whom there is no Divinity,
the surpasser of his own greatness and <beauty>.
[...] [...] [...] [...] [...] [power.The Triple Powered One provides Being by means of Existence
It is not impossible for them] to receive a revelation of these things if they unify (in Protophanes). Since it is impossible that the Individuals (in Autogenes) comprehend the totality [situated in the] realm that is higher than perfect, they at least share (in it) through a preconception, not as Being per se, [for on the contrary] it is with [the] hiddeness (cf. Kalyptos) of Existence that he provides Being, [providing] for [it in] every way, since it is this that [shall] come into being when he intelligizes himself.
For he is a Unity, subsisting as
a [true cause] and source of [Being],
even [an] immaterial [matter
and an] innumerable [number
and a] formless [form]
and a [shapeless] [shape]
and [a powerlessness with] [power
and an insubstantial substance]
[and a motionless] [motion
and an inactive] [activity,
except that he is] [a] provider of [provision]
[and] a divinity [of] divinity.The Triple Powered One provides Being as Vitality
But if they share (this kind of Being), they share in the prime Vitality, even an indivisible activity, an hypostasis of the primary (activity) of the one that truly exists.
The Triple Powered One provides Being with Mentality/BlessednessNow a secondary activity [...] [...] however, is that [...] [...] Male [...] [...] [...] he is endowed with [Blessedness] and Goodness, because
when he is intelligized as the Delimiter (D - the Delimiter) of the (indeterminate)
Boundlessness (B - Boundlessness) of the Invisible Spirit (IS - the Invisible Spirit)) [that subsists] in him (the Delimiter), it (Boundlessness) causes [him (the Delimiter)] to revert to [it (the Invisible Spirit)] in order that
it (Boundlessness) might know what it is that is within it (the Invisible Spirit)) and how it (the Invisible Spirit)) exists, and that he (the Delimiter) might guarantee the endurance of everything
by being a a (determining) cause of truly existing things.
For through him (the Delimiter) knowledge of it (the Invisible Spirit) became available,
since he (the Delimiter) is the one who knows what it (the Invisible Spirit) is.
But they brought forth nothing [beyond] themselves,
neither power nor rank nor glory nor aeon, for they are all eternal.He is Vitality and Mentality and Essentiality. So then:
Essentiality constantly includes its Vitality and Mentality, and {Life has}
Vitality includes {non-} Substantiality and Mentality;
Mentality includes Life and Essentiality.
And the three are one, although individually they are three."Allogenes' response:
Now after I heard these things, O my son [Messos, I was] afraid and [I turned toward the crowd ... ] [...] thought [...] [...] [...] ... [...] [empowers those who are able] to know these things [by a] greater revelation, but I was able--even though flesh was upon me--to hear from <you> about these things. And because of the wisdom that is in them, the thought within me distinguished things beyond measure from unknowable things. Therefore I fear that my wisdom has become excessive."
Youel: The Barbelo AeonAnd then again, O my son Messos, the all-glorious one, Youel spoke to me; she appeared [to] me and said:
"No one is able to hear these things except the great powers alone. O Allogenes, you have been vested with a great power, that with which the Father of the All vested you before you came to this place, so thatthose things that are difficult to distinguish you might distinguish,
and those things that are unknown to the multitude you might know,
and that you might be restored to that which is yours,
which was already intact and so needs no restoration.[...] [...] [...] [...] [...] ... [ ] ... [ ... to] you [a] form [and a revelation].
As for the Triple-[Powered] Invisible Spirit, outside of him [there is
situated] a non-discriminating, incorporeal, [timeless] knowledge.
Like all [the] aeons, the Barbelo-Aeon is
also endowed with the types and forms of the things that truly exist,
the image of Kalyptos;and endowed with their intelligent rational principles,
it bears the male Intellect Protophanes as an image,
and acts within the Individuals
either with craft or with skill or with partial instinct;endowed with the divine Autogenes as an image
and knowing each one of these (individuals),
it acts separately and individually,
continually rectifying defects arising from Nature;endowed with the divine Triple Male
as an integration (or preservation) of them all with the Invisible Spirit,
it is a rational expression of deliberation, the perfect Child.
And this hypostasis is a [...] [...] [...] [...] [...] [...] ... [...]Allogenes' response:
[My soul went slack] and I fled and I was very disturbed. And [I] turned to myself and saw the light that [surrounded] me and the Good that was in me, and I became Divine. And the all-glorious one, Youel, contacted me again and empowered me. She said:
Youel: the Triple Powered One
"Since your wisdom has become complete and you have known the Good that is within you, hear concerning the Triple-Powered One things you shall guard in great silence and great mystery, because they are not to be spoken to anyone except those who are worthy and able to hear. Nor is it fitting to speak to an uninstructed generation concerning anything higher than perfect.
But you have <this capability to hear> concerning the Triple-Powered One, who exists in Blessedness and Goodness, the cause of everything by virtue of encompassing a vast magnitude even though he is <unitarily> One. [...] [...] [...] [...] [...] ... [...] of [preconception], not as if [through things that exist] within comprehension [and knowledge] and [understanding.And] that one moved motionlessly in his governance, lest he sink into the boundless by means of another act of Mentality. And he entered into himself and appeared all-encompassing.
Everything that is higher than perfect is anterior to knowledge. Just as there is no possibility for complete comprehension, so also he is not known by me. And that's the way it is.
On account of the third silence of Mentality and
the undivided secondary activity (i.e. Vitality) that appeared in
the First Thought-- that is, the Barbelo-Aeon-- and
the undivided semblance of division, even
the Triple-Powered One and the non-substantial Existence,the power appeared by means of an activity that is stable and silent.
It uttered a sound in this fashion: `ZZA ZZA ZZA.' But when she heard
the power and she was filled [...] [...] [...] [...] [...] ...Praises of Barbelo according to [Existence?], Vitality, and Mentality
(In accord with the Existence that is thine ... from which derives Perfection:)
`[...] ... Thou art [great, Deiphan]eus! Solmis, [thou art great!]
In accord with the Vitality [that is thine,
even] the primary activity from which derives Divinity:
Thou art great, Armedon! Thou art perfect, Epiphaneus!And in accord with that activity of thine,
the secondary power, even the Mentality from which derives Blessedness:
Autoer, Beritheus, Erigenaor, Orimenios, Aramen,
Alphleges, Elelioupheus, Lalameus, Yetheus, Noetheus!
Thou art great! He who knows thee knows the All!
Thou art one, thou art one, O Good one, Aphredon!
Thou art the Aeon of aeons, O perpetually existing one!'Then she praised the entire One, saying:
`Lalameus, Noetheus, Senaon,
Asineus, Oriphanios, Mellephaneus,
Elemaon{}, <I>smoun, Optaon!
He who is! Thou art He who is, the Aeon of aeons!
O unbegotten one higher than the unbegotten ones, Yatomenos!,
It is thou alone for whom all the unborn ones were begotten, O unnamable one!'[...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] ... [...] [...] knowledge."
Allogenes' response
[Now after I] heard these things, I [too glorified]
the [perfect] individuals
[and] the all-perfect ones [who are unified],
even the [all-perfect ones who] are before the [perfect ones.
Youel: The Triple Powered OneThen the mother of] the glories Youel spoke to me again:
["O Allogenes], you [shall surely] know thatthe [Triple-Powered] One exists before
[those that] do not exist,
[those that exist] (but) do not [truly] exist,
[and those that] truly exist.
[Rather all these] exist [in
Divinity and Blessedness] [and] Existence,
even as non-substantiality and non-being [Existence]."Allogenes' response
[And then I] prayed that [the revelation] might happen to me.
Youel: The coming of the Powers of the Luminaries[And then] [the] all-[glorious] One, Youel, said to me: "While the [Triple] Male is a self-begotten entity insofar as he is] substantial, the [(Triple Powered One) ...] is [an insubstantiality] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] ... [...] those who dwell [in association] with the [generation of those] who [truly] exist. The self-begotten ones dwell with the [Triple Male.]
If you [seek with] [perfect] seeking, [then] you shall know the [Good that is] in you; then [you shall know yourself], as well, (as) one who [derives from] the God who truly [pre-exists].[And after a hundred] years there shall [come to you] a revelation [of that One] by means of [Salamex] and Semen (Selmen?) [and Armê, the] Luminaries of [the] Barbelo-Aeon."
And [she said to me:] "It is appropriate [that you know him] at first, so as [not to forfeit your] kind. [And when you succeed], then <...>. When [you receive] a conception [of that One, then] you [are filled with] the Word [to completion]. And then [you become divine] and [you become perfect. You receive] them [ ] [...] [...] [...] [...] [...] ... [...] the seeking [...] [...] the Existence [...]
If it [apprehends] anything, it is [apprehended by] that One and by that which is comprehended, which amounts to the same thing.And then that becomes greater which comprehends and knows
than that which is comprehended and known.
But if it descends to its nature it is less,
for the incorporeal natures have not associated with any magnitude;
thus endowed, they are everywhere and they are nowhere,
since they are greater than every magnitude and less than every exiguity."Allogenes' response
Now after the all-glorious one, Youel, said these things, she separated from me and left me. But I did not despair of the words I heard. I prepared myself therein and I deliberated with myself for a hundred years. And I greatly rejoiced that I was in a great light and a blessed path because all those whom I was worthy to see as well as those whom I was worthy to hear (were) things fitting for the great powers alone (to see and hear). [...] [...] [...] [...] [...] ... [...] [...] ... [of God].
Allogenes' initial vision of the Barbelo Aeon:
[When the] [completion of] the one hundred years [approached], there [came upon] me a Blessedness of the eternal hope full of auspiciousness. I saw:
the good divine Autogenes;
and the Savior who is the perfect Triple Male Child;
and his goodness, the perfect Intellect Protophanes-Harmedon;
and the Blessedness of the Kalyptos;
and the pre-principle of the Blessedness, the Barbelo-Aeon full of Divinity;
and the pre-principle of the unoriginate one, the Triple-Powered Invisible Spirit,
the totality that is more than perfect.When I was seized by the eternal light, by the garment that was upon me, and was taken up to a pure place whose likeness cannot be revealed in the world, then by means of a great Blessedness I saw all those about whom I had heard. And I praised them all and I [stood at rest] upon my knowledge and [I] turned to the Knowledge [of] the Universal Ones, the Barbelo-Aeon.
The Powers of the Luminaries: A. Ascent through the Triple Powered One
And by means of the Luminaries of the male virginal Barbelo I saw [multiple] powers telling [me]:
"O great power! O name that has come to be in the world! O Allogenes, behold your Blessedness, how silently it abides, by which you know your proper self, and, seeking yourself, ascend to the Vitality that you will see moving.
And even if you cannot stand, fear not! But if you wish to stand, ascend to the Existence, and you will find it standing and still after the likeness of the One who is truly still and embraces all these silently and inactively.
And should you experience a revelation of that One by means of a primary revelation of the Unknowable One, should you know him, you must be incognizant! And if you become afraid in that place, retreat because of those activities (that disrupt tranquillity); And should you become complete in that place, stay still! And as in your own case, be further aware [that] it's like this with [everyone], just as in (your) case!
And [do not] further dissipate, [so that] you may be able to stand, and do not desire to be active, [lest] in any way you fall away [from] the inactivity [in] [you] of the Unknowable One. Do not know him, for it is impossible; but if by means of an enlightened thought you should know him, stay incognizant of him!"
Allogenes' response:
While I was listening to these things as as those there spoke them, there was within me a stillness of silence, and I heard the Blessedness whereby I knew <my> proper self.
And I ascended to the Vitality as I sought it. And I mutually entered it and stood, not firmly but quietly. And I saw an eternal, intellectual, undivided motion, all-powerful, formless, unlimited by limitation.And when I wanted to stand firmly, I ascended to the Existence, which I found standing and at rest, resembling and similar to (the standing and resting) covering me.
By means of a revelation of the Indivisible and the Stable I was filled with revelation; by means of a primary revelation of the Unknowable One, [as though] incognizant of him, I [knew] him and was empowered by him. Having been permanently strengthened, I knew that [which] exists in me, even the Triple-Powered One and the revelation of his unattainableness.
[And] by means of a primary revelation of the universally prime Unknowable One-- the God who is beyond perfection--I saw him and the Triple-Powered One that exists in them all. I was seeking the ineffable and unknowable God of whom--should one know him--one would be completely incognizant, the one who mediates the Triple-Powered One, the one who subsists in stillness and silence and is unknowable.
The Powers of the Luminaries: B. Negative Theology
And when I was confirmed in these matters, the powers of the Luminaries said to me: "Cease dissipating the inactivity that exists in you by (further) inquiry after incomprehensible matters; rather hear about him insofar as it is possible by means of a primary revelation and a revelation:
Without Mind, Life, or Existence
Now he is an entity insofar as he exists, in that
he either exists and becomes (is and exists?), or {acts} <lives> or knows,
although he {lives}<acts> without Mind or Life or Existence
--or Nonexistence-- incomprehensibly.
And although he is an entity along with its own attributes,
he is not left over in any way,
as if he yields something that is assayed or purified [or]
as if he receives or gives.Nor is he diminished in any way,
[whether] by his own desire
or whether by giving or receiving through another.Neither does he have any desire, whether his own
or that would have been added by something else.But neither does he produce anything by himself
lest he become diminished in some other way.Therefore, he requires neither Mind nor Life
nor indeed anything at all.Unknowability
He is superior to the Totality in his privation and unknowability-- which is non-being Existence-- although he is endowed with silence and stillness lest he be inished by the undiminishables.
Parallel with the Apocryphon of John (BG ,6-25,7 = II ,17-33)He is neither Divinity nor Blessedness nor Perfection.
Rather he is an unknowable entity, not an attribute.
Rather he is something else superior to Blessedness and Divinity and Perfection,
for he is not perfect, but he is another thing that is superior.
He is neither boundless
nor is he bounded by another.
Rather he is something superior.He is neither corporeal nor incorporeal,
neither Great [nor] Small,
neither a quantity nor a [<quality>].Nor is he something that exists that one can know;
rather he is something else that is superior that one cannot know.Even if primary revelation and self-knowledge characterize him,
it is he alone who knows himself.Since he is not among existing things,
he is something else superior to superlative,
even in comparison what does
and does not apply to him.He neither participates in eternity
nor does he participate in time,
nor does he receive anything from anything else.He is neither diminishable,
nor diminishing,
nor undiminishable.But he is self-comprehension,
like something so unknowable,
that he exceeds those who excel in unknowability.Even if he is endowed with blessedness and perfection and silence,
(he is) not the Blessed One, nor is he Perfection or Stillness.But he is something existing that one cannot [know]--and which is at rest.
Rather they are completely unknowable aspects of him,
while he is much superior in beauty than all good things.
And in this way he is universally unknowable in every respect,
and it is through them all that he is in them all.Not only is he the unknowable knowledge that is proper to him,
he is also united with the ignorance that sees him.<Whether> a <one sees> in what way he is unknowable, or sees him as he is in every respect or would say that he is something like knowledge, he has acted impiously against him, being liable to judgment because he did not know God. He will not be judged by that One, who is neither concerned for anything nor has any desire, but he is (judged) through himself because he has not found the truly existing origin. He was blind apart from the quiescent source of revelation, the actualization deriving from the Triple-Power of the First Thought of the Invisible Spirit.
The Powers of the Luminaries: C. Positive Theology
This one thus exists from [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] ... [...] [...] something ... [...] [established on ...It was with ] beauty and [a dawning] of stillness and silence and tranquillity and unfathomable magnitude that he appeared.
He needed neither time nor <did he participate> in eternity.
Rather of himself he is unfathomably unfathomable.
He does not act --not even upon himself--so as to become still.
He is not an Existence lest he be in want.
Spatially he is corporeal, while properly he is incorporeal.
He has non-being Existence.
He exists for all of them unto himself without any desire.Rather he is a maximum of greatness.
And he transcends his stillness in order that [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [ ] ... [ ] [ ... the In]visible [Spirit.Although] he [empowered them all],
[they do not] concern themselves with that One at all,
nor if one should participate him, is he empowered.In accordance with (his) immobile Unity, nothing acts on him.
For he is unknowable; he is a breathless place of the boundlessness.Since he is boundless and powerless and nonexistent,
he was not providing Being.
Rather he contains all of these in himself,
being at rest, (and) standing.From the One who constantly stands, there appeared an eternal Life, the Invisible and Triple Powered Spirit, the One that is in all existing things and surrounds them all while transcending them all. A shadow [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [ ] ... [ ] [ ] ... [ ] he [was filled with power. And] he stood before [them], empowering them all, and he filled them all.
And concerning all these matters, you have heard certainly. And do not seek anything more, but go. We do not know whether the Unknowable One has angels or gods, or whether the One who is at rest contains anything within himself except that very stillness. For he <...>, lest he be diminished. It is not appropriate to further dissipate through repeated seeking. It was appropriate that you <alone> know and that they speak with another. Instead, you will lead them [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...]
Instructions for writing the revelation from an unidentifiable masculine being
[...] [and he said to me: "Write down] [the things] that I shall [tell] you and of which I shall remind you for those who will be worthy after you. And you shall leave this book upon a mountain and you shall adjure the guardian: `Come, Dreadful One!'" And when he said these things, he separated from me.
Allogenes' response: record the revelation
But I was full of joy, and I wrote this book. I was commissioned, my son Messos, to disclose to you the matters that were proclaimed before me. And I initially received them in great silence and (then) I settled into preparing myself.
These are the things that were disclosed to me, O my [son] [Messos ... ] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [...] [ ... proclaim] [them, O my] son Messos.[The] seal of all [the] books [of] Allogenes.
The Allogenes